Relate sua Viagem!
Nome: Andrea Rendeiro
(andrearendeiro@hotmail.com)
Cidade/Estado: São
Paulo/ SP
Local Visitado: Parque
do Itatiaia, Penedo, Visconde de Mauá e Maringá/RJ
Data Viagem:
06.09 a 10.09.01
Relatório:
Percorrendo
cerca de 250 km a partir de São Paulo, chegamos ao município
de Itatiaia no Rio de Janeiro.
Nos hospedamos
no Albergue da Juventude local (Ipê Amarelo), que é muito
bom.
1º
Dia- Parque Nacional do Itatiaia e Visconde de Mauá
Ainda
com o tempo fechado, subimos ao Parque Nacional do Itatiaia. No portão
principal, paga-se R$ 3,00 por pessoa e R$ 5,00 por veículo. Mais
uma subida de 20 km e alcançamos o centro de visitantes, que conta
com um modesto museu. Lá encontramos diversos escoteiros orientando
os visitantes. Antes, porém, uma surpresa muito agradável:
bem na beira da estrada, encontramos um grupo de macacos prego.
No parque,
existem diversas cachoeiras. Estaciona-se o carro na estrada e caminha-se
morro abaixo ou morro acima em picadas. Algumas bem estruturadas,
outras nem tanto, mas todas perfeitamente superáveis para pessoas
com um modesto condicionamento físico como eu. É bastante
interessante, contudo, caminhar pela estrada principal, porque os animais
se assustam com o barulho dos carros. Muitos turistas, aliás, caminham
aqueles 20 km até o Centro de Visitantes.
À
tarde, fomos à Visconde de Mauá. Atravessando a entrada de
Penedo, sobe-se a estrada alguns quilômetros. O asfalto termina e
são mais 16 km de estrada de chão, atravessando a mata fechada
de ambos os lados.
Visconde
de Mauá é um vilarejo com apenas uma rua, incrustado nas
montanhas e cercado de araucárias. A paisagem parece até
européia, ainda mais quando vemos vários cavalos pastando
na praça gramada em frente à igreja.
Logo
na entrada, porém, há um quiosque de atendimento ao turista,
onde se pode colher várias informações. Existem vários
passeios de cavalo, que são acompanhados de guias. Não há
perigo, portanto, do seu cavalo ficar pastando todo o tempo, enquanto
você fica feito bobo em cima dele (é o meu caso, por exemplo).
Em Mauá,
há um pequeno "shopping" (na verdade, uma mini-galeria), muito agradável.
Lá há um cachorro vira-lata, mas que tem dono, chamado Tobby
e que faz festa para qualquer um. Dizem também que ele é
guia turístico, levando os interessados gratuitamente no cruzeiro,
logo depois da ponte.
2º
Dia - Parque do Itatiaia e Maringá
Com o
tempo aberto, voltamos ao parque para conferirmos o lago azul (na verdade,
é um pequeno lago formado entre as pedras por onde o riacho corre).
Na frente
do Centro de Visitantes, há uma árvore com vários
ninhos pendurados, como se fossem saquinhos de palha. Os passáros
que ali residem são pretos com manchas vermelhas nas asas e parecem
não se perturbar com os transeuntes.
Na descida,
um bom gole na bica de água fresca.
Saindo
do parque, há um hotel de passagem do exército. Na ruazinha
ao lado, há um ipê amarelo imenso, todo florido. Na frente
do ipê, há um poste de madeira e, no poste, residem dois pica-paus
de cabeça vermelha. Mais uma agradável surpresa nesta constatação.
À
tarde, voltamos à Visconde de Mauá. Procuramos agendar um
passeio de cavalo, mas todos já estavam lotados.
No quiosque de turismo,
nos indicaram outro passeio em Maringá, que é uma pequena
vila um pouco mais adiante. A estrada continua ruim, mas não esperava
encontrar cidadezinha tão simpática. Há lojinhas e
restaurantes, lado a lado. Algumas parecem casinhas de bonecas! Atravessando
a vila, chegamos ao sítio de onde partia o passeio de cavalo.
A estrada
fica cada vez pior e o número de pessoas caminhando aumenta. Caminham
distâncias bem grandes para chegar às diversas cachoeiras,
que ficam na beira da estrada.
O guia
nos levou a um restaurante super-agradável, com fonte e laguinho,
na beira do rio. Em razão do adiantado da hora, contudo, não
pudemos almoçar.
Voltando,
paramos no trutário. O forte da região, aliás, é
a truta. Em todo restaurante, servem trutas. No trutário, que também
funciona como restaurante, é possível ver todo o processo
de criação deste peixe, que leva 2 anos para alcançar
a idade de abate.
Mais
uma caminhada pela vila e almoçamos/jantamos num restaurante na
beira do rio. Este rio, aliás, é a divisa entre o Rio de
Janeiro e Minas Gerais. A vila também encontra-se nos dois Estados,
atravessando-se de um para outro por uma pequena ponte.
3º
Dia- Penedo.
Penedo
é uma pequena cidade fundada pelos colonos filandeses. Há
um centro comercial com todas as casas em estilo filandês, inclusive
a casa do Papai Noel, toda de madeira. Há algumas cachoeiras e o
Pico do Penedinho, que fica na propriedade da Casa do Chocolate. Você
compra chocolate e ganha uma visita ao pico para queimar as calorias (brincadeira:
não é preciso comprar nada para conseguir a autorização).
Mas a subida é digna de um spa. São 600 m de caminhada bem
íngreme. Acho que não é possível subir em dia
de chuva.
Há
ainda o museu filandês e, para a despedida, almoço num restaurante
muito simpático com as mesinhas ao ar livre. O menu? Truta, é
lógico!
Até
a próxima.
Andrea.
anterior
Página
Inicial
próxima
![]()
Todos os direitos reservados