CIDADANIA
Introdução
Evolução e surgimento
A idéia
de cidadania começou a surgir quando Roma conquistou a Grécia,
no século V d.C., onde apenas homens com a maioridade civil
e proprietários de terras não estrangeiros eram considerados
cidadãos. Mulheres, crianças, estrangeiros e escravos não
eram considerados cidadãos, diminuindo deste modo a idéia
de cidadania na época.
Na
Idade Média essa idéia de cidadania passa a ser mais
enfraquecida ainda, tendo-se em vista que surgiram na Europa os feudos,
e os seus donos, os senhores feudais, detêm todo o poder de mando,
sendo que os servos não tinham participação alguma.
Na
Idade Moderna há o fim dos feudos, com a formação
de cidades e países. Reis e burguesia estão fortemente unidos,
até que esta passe a ficar cada vez mais independente do Rei, e
com a finalidade de acabar com este absolutismo real, grandes revoluções
ocorreram, com principal destaque para a Revolução Industrial,
o Iluminismo, a Revolução Francesa, a Independência
dos EUA e a Revolução Inglesa.
O período
Contemporâneo inicia-se com o fim do absolutismo real, surgindo
um novo tipo de Estado, o Estado de Direito, com a característica
principal de que “todos têm direitos iguais perante a Constituição”.
Aqui o conceito de cidadania transforma-se completamente em relação
às concepções até então citadas.
Porém
é neste período também que surge umas das principais
contradições: cidadania x burguesia, já que surge
o processo de exploração e dominação do capital.
A sociedade capitalista é marcada pela pobreza.
A sociedade
começa a se movimentar contra os capitalistas. Trabalhadores organizam
greves visando uma vida melhor e sem exploração no trabalho.
Os consumidores, cansados de serem lesados, organizam-se em movimentos
em prol do Código de Defesa dos Consumidores. A legislação
ambiental desenvolve-se cada vez mais. Enfim, os cidadãos passam
a exigir e lutar por seus direitos.
anterior
Página
Inicial
próxima
![]()
Texto:
Renata de Freitas Martins
Todos os direitos reservados
