POLUIÇÃO

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O PERIGO DAS ARMAS QUÍMICAS

    Além do difícil controle das conseqüências da utilização das armas químicas, um dos maiores problemas é justamente controlar e impedir o seu uso. A Convenção para a Proibição de armas químicas, de 1997, em Haia, assinada por 171 signatários e ratificada por 132 deles vem sendo cumprido vagarosamente e segundo sabe-se, existiam na época 8 milhões de munições com elementos químicos, tendo sido destruído até agora cerca de 1 milhão. A retirada e destruição de armamentos químicos envolve problemas de soberania e político-estratégico, daí a sua dificuldade. O problema ainda é a dificuldade de se resolver a questão com os países não signatários da Convenção, sem contar os riscos dos atentados terroristas em locais onde estão armazenadas as temíveis armas químicas.
    Portanto, a questão do armamento químico envolve entre outras coisas a permanência da qualidade de vida planetária.

    No dia 23 de maio de 2001  foi assinado em Estocolmo, Suécia, um tratado muito importante na questão de poluição ambiental. Doze poluentes orgânicos persistentes, conhecidos como POPs foram proibidos pelo Tratado, aprovado por 127 países, entre eles o Brasil. São eles:

- Aldrin- pesticida;
- Dialdrin- inseticida;
- Endrin- pesticida agrícola;
- Clordano- pesticida agrícola;
- DDT- inseticida;
- Heptaclor- inseticida;
- Hexaclorobenzeno- herbicida;
- Mirex- inseticida;
- PCBs- diversos compostos;
- Toxafeno- inseticida;
- Dioxinas- resíduos industriais;
- Furanos- resíduos industriais.
Fonte: Programa Ambiental das Nações Unidas apud O Estado de São Paulo, 24.05.01.

    - Segundo divulgado recentemente pela imprensa, pesquisadores da Universidade de Bâle apresentaram um estudo onde concluíram que cerca de 40 mil europeus morrem a cada ano por causa da poluição do ar, o que representa 6% das mortes registradas. Muitas destas são ocasionadas pela poluição provocada pelos automóveis. Os estudos referem-se a Áustria, França e Suíça. O que é preocupante, pois tratam-se de países altamente desenvolvidos. Será este o futuro que queremos? É uma constatação que merece reflexão quanto a forma de desenvolvimento.

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